Guias Rápidos iaas!

Definição Estratégica, criação de politicas,
governança e manuais

Atualizado em outubro de 2025

Está gostando do conteúdo? Compartilhe!

WhatsApp
LinkedIn

Discussão Estratégica do Modelo de Negócio

  • Escopo de atividades e seus impactos regulatórios;
  • Proxy de mercado – Visão da Iaas! sobre os principais modelos de sucesso.

 
Exigências regulatórias pela CVM

  • Governança e processos;
  • Requisitos/estrutura mínima (profissionais e infraestrutura);
  • Segregação, conflitos de interesse;
  • Manuais, políticas, relatórios anuais etc;
  • Outros temas que forem considerados necessários para a implantação do negócio.

 
Credenciamento de Coordenadores de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliário na CVM

Segundo a RCVM 161:

“Art. 3º Podem ser registrados como coordenadores:

I – As instituições financeiras; e
II – Demais sociedades que atuem na distribuição de valores mobiliários como agentes da companhia emissora.

§ 1º As pessoas jurídicas de que trata o inciso II do caput somente podem atuar como coordenadores em ofertas públicas sujeitas ao rito de registro automático se estiverem sujeitas a supervisão de entidade autorreguladora que celebre com a CVM acordo de cooperação técnica específico.

§ 2º O acordo de que trata o § 1º deve dispor sobre:

I – Participantes do mercado alcançados pela supervisão;
II –Coordenação de esforços de supervisão e intercâmbio de informações entre a CVM e a entidade autorreguladora;
III –Aproveitamento da atividade de autorregulação no que tange à aplicação de penalidades e celebração de termos de compromisso; e
IV –Fiscalização, pela CVM sobre a entidade autorreguladora, quanto ao cumprimento do acordo.”

Apoio na Criação/Revisão de Pessoa Jurídica Coordenadora de Ofertas Públicas

O serviço jurídico de assessoria e criação/alteração e registro de pessoa jurídica com a definição de cláusulas do contrato social e impactos em acordos de acionistas ficará sob responsabilidade da empresa (trâmites legais de Junta Comercial, advogado, contador, RFB, prefeitura etc.)

Credenciamento na CVM e adesão na ANBIMA

Todo o procedimento de protocolo dos documentos na CVM e o acompanhamento do processo até sua conclusão. Tal acompanhamento inclui a elaboração de respostas a ofícios e questionamentos, bem como revisão de políticas solicitadas pelo regulador.

O processo será tanto de registro/habilitação na CVM, quanto de aderência à autorregulação da empresa junto à ANBIMA, e acompanhamento do processo.

Mesmo no caso de instituições já aderentes ou associadas à ANBIMA em outras atividades que não a de ofertas públicas, será necessário realizar a adesão específica ao Código de Ofertas Públicas.

Políticas Internas Exigidas 

Políticas Obrigatórias:

  • Código de Ética e Conduta Profissional;
  • Regras, procedimentos e descrição dos controles internos (Política de Compliance e Controles Internos);
  • Política de Confidencialidade, Segurança da Informação e Cyber segurança;
  • Política de Subscrição de e de Negociação de Valores Mobiliários por administradores, empregados, colaboradores e pelo próprio coordenador;
  • Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD/AML);
  • Formulário de Referência (Anexo da RCVM 161).


Principais Exigências e Documentos Necessários

  • Estar constituído como pessoa jurídica no Brasil e estar regularmente registrado no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ;
  • No caso das empresas não-financeiras, ter em seu objeto social o exercício de intermediação de valores mobiliários;
  • Constituir e manter recursos humanos e tecnológicos adequados ao seu porte e área de atuação;
  • Atribuir a responsabilidade pela atividade de intermediação de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários a um diretor estatutário;
  • Atribuir a responsabilidade pelo cumprimento de regras, políticas, procedimentos e controles internos previstos na RCVM 161 a um diretor estatutário, que não pode ser a mesma pessoa do item anterior; 

Seus sócios controladores diretos ou indiretos, administradores e diretores estatutários devem atender aos seguintes requisitos:

a) Ter reputação ilibada;
b) Não estar inabilitado ou suspenso para o exercício de cargo em instituições financeiras e demais entidades autorizadas a funcionar pela CVM, pelo Banco Central do Brasil, pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP ou pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC; e
c) Não haver sido condenado por crime falimentar, prevaricação, suborno, concussão, peculato, “lavagem” de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores, contra a economia popular, a ordem econômica, as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade pública, o sistema financeiro nacional, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, por decisão transitada em julgado, ressalvada a hipótese de reabilitação.

O ato constitutivo da empresa (regularmente registrados) deve conter previsão para o exercício da atividade e a indicação do responsável perante a CVM. O documento precisa conter o apontamento dos diretores responsáveis pela atividade de coordenação de ofertas de valores mobiliários e pelo Compliance;

O documento precisa conter:

  • Diretor Responsável pela atividade de coordenação de ofertas de valores mobiliários (não acumulável com a função de Diretor de Compliance/Controles Internos);
  • Diretor de Compliance/Controles Internos;
  • O endereço da empresa no contrato social precisa ser o mesmo de onde ocorrerão as atividades da empresa;
  • Os diretores da empresa devem exercer suas funções com independência e não podem atuar em funções relacionadas à administração de carteiras de valores mobiliários, à consultoria de valores mobiliários, à atividade de agente fiduciário ou em qualquer atividade que limite a sua independência, na instituição ou fora dela;
  • O Diretor de Compliance também pode acumular a função de PLD/KYC, apontamento obrigatório pela legislação aplicável;

A empresa precisa – previamente ao credenciamento – constituir e manter recursos humanos e computacionais adequados ao seu porte e área de atuação, devendo:

  • Ser protegidos contra adulterações; 
  • Manter registros que permitam a realização de auditorias e inspeções.

Sobre esta infraestrutura tecnológica/sistêmica/física:

Á possuir contratado todo o aparato tecnológico contratado (internet, rede, nuvem, back-up, computadores etc.);
website “no ar” com as políticas internas e documentos que iremos formular.

A empresa deve ainda providenciar 3 (três) cartas de recomendação (modelo padrão ANBIMA) de instituições associadas à ANBIMA (pode haver a dispensa em casos específicos).

Prazos regulatórios (CVM)

A CVM tem um prazo total de 60 (sessenta) dias para analisar o pedido de autorização, contados da data do protocolo do último documento que complete a instrução do pedido.

O prazo acima pode ser suspenso uma única vez, caso a CVM solicite ao requerente informações ou documentos adicionais.

O requerente tem 20 (vinte) dias para cumprir as exigências formuladas pela CVM.

O prazo para o cumprimento das exigências pode ser prorrogado, uma única vez, por 10 (dez) dias, mediante pedido prévio e fundamentado.

A CVM pode reiterar exigências não cumpridas, assim como realizar novas solicitações em função dos documentos e informações recebidos em cumprimento das exigências, estabelecendo prazos compatíveis para o seu cumprimento, sem acarretar a suspensão do prazo original de 60 (sessenta) dias.

Caso, além das informações e documentos apresentados em cumprimento das exigências, tenham sido realizadas alterações relevantes em documentos ou informações que não decorram do cumprimento de exigências, a CVM pode considerar a existência de um fato novo.

A ocorrência de um fato novo deve ser comunicada ao requerente e acarreta nova suspensão do prazo acima mencionado, pelo prazo máximo determinado pela CVM para a entrega das informações e documentos adicionais solicitados, se for o caso.

Após o recebimento das informações e documentos acima, a CVM deve se manifestar sobre o pedido de autorização no prazo remanescente para o término da análise.

Marcos Lemos

Com uma sólida experiência acadêmica e profissional, foi pesquisador na Universidade de São Paulo por quase quatro anos, contribuindo significativamente em projetos diversos, além de atuar como docente universitário.

Possui um histórico comprovado de excelência na academia e no mercado, sempre buscando soluções inovadoras e eficientes.

Ana Flávia

Bacharelanda em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do ABC (UFABC). Formação com foco no desenvolvimento de uma visão abrangente e habilidades analíticas para enfrentar situações e desafios econômicos reais.

Possui interesse em área de processamento de automação e uso de tecnologia no mercado financeiro.

Brenda Almeida

Atualmente, cursando Matemática Aplicada a Negócios na USP.

Com base no conhecimento adquirido durante o curso, possui uma sólida formação em matemática pura, administração, contabilidade, economia e computação.

Thiago Antonio

É bacharelando em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do ABC (UFABC).

Possui uma sólida formação acadêmica no campo da Economia, tendo como foco o desenvolvimento de uma visão abrangente e de habilidades analíticas para aplicação em situações e desafios econômicos reais.

Maurício Castanheira

Maurício foi executivo de negócios de empresas de tecnologia do mercado financeiro de renome, dentre elas a Britech, BLK e Luz Soluções Financeiras. Trabalhou no pregão na BM&F (atual B3) por 10 anos e em instituições financeiras como a Hedging Griffo. É formado em Administração na Universidade São Judas.

Na iaas! irá atuar na área comercial e prospecção de negócios.

Juliana Medeiros

Formada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e mestranda em Direito Empresarial Internacional pela Universitè Libre de Bruxe les, Juliana atuou em gestoras e escritórios de destaque no mercado brasileiro e internacional.
Na iaas! dará mais substância a nossas análises e produtos, suportando nossas demandas na área jurídica.

Vinícius Herculano

É bacharelando em Matemática Aplicada a Negócios pela Universidade de São Paulo(USP), com uma sólida formação acadêmica que abrange tanto a área de economia quanto de computação.

Barbara Brito

Formada em Administração de empresas e cursando pós-graduação em Gestão de Vendas pela USP. Possui sete anos de experiência no mercado financeiro.

Participou de projetos que resultaram em aumento de qualidade e produtividade. Conhecimento em: Renda Fixa, Renda Variável, Derivativos,  zeragem de caixa e provisionamento de despesas, gestão de fundos e carteiras, análise operacional, relatórios financeiros, intermediação no cadastro de FIDC’s, fundos e cotistas, contrato de câmbio, abertura e manutenção de contas PF e PJ, análise de movimentações entre contas e/ou fundos, Processo de Due Diligence, análises quantitativas e qualitativas no Processo de Seleção de Fundos, Lâminas de Perfomance de Fundos e Prospecção e Pós-venda de clientes.

Sarah Alves

Bacharel em Administração, curso de especialização e pós-graduação em Gestão Estratégica de Processos Corporativos na PUC Minas Gerais.

Possui profunda experiência em melhoria de processos no mercado financeiro, trabalhando por mais de 4 anos em bancos, sendo 3 deles na área de investimentos.

Bruno Almeida

É Bacharelando em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do ABC (UFABC) e Bacharel em Ciências Humanas pela mesma universidade, com formação acadêmica voltada para as complexidades das relações humanas no mercado de trabalho.

Lucas Silvestre

Formado em Sistemas de Informação pela USP, com oito anos no mercado financeiro e dez em tecnologia. Finalizou um bootcamp em Ciência de Dados, aprimorando habilidades em tecnologias de ponta. Notável por inovação e soluções exclusivas para problemas complexos.

Atuou como Head de Middle Office na Neo, responsável por processos de back-office e middle-office. Mantém-se atualizado, focando em Inteligência Artificial e áreas afins.

André de Caires

Formado em Administração na Universidade Presbiteriana Mackenzie, com mais de 6 anos de experiencia em gestão financeira, desenvolvimento de métodos operacionais, controles internos e gestão de conflitos.

Foi responsável pela tratativa de demandas judiciais emitidas pelo Banco Central/CNJ para as instituições Crefisa Financeira e Banco Crefisa.

Débora Gomes

Formada em Administração de empresas pela UNIFECAF, possui também diversas certificações e treinamentos realizados na B3, ANBIMA, BR GOVERNANCE, SEBRAE e SENAC.

Mais de 15 anos de experiência no setor corporativo em diversos segmentos de administração, cadastro, financeiro e controles.

Ricardo Couto

CEO da Direto, uma proptech financeira dos grupos XP e Direcional. Foi sócio de Estruturação da i476 e Diretor de Investimento do Banco Inter, liderando as áreas de Mercado de Capitais, Fundos Imobiliários, Research e Trading.

Professor do IBMEC e da Fundação Dom Cabral, possui graduação em Engenharia Elétrica pela UFMG, MSc International Finance pela University of Westminster (UK) e Doutorado em Estatística pela UFMG.

É membro regular da American Statistical Association, do CFA Institute e da CFA Society Brazil, onde é Membro dos Comitês de Advocacy e Eleitoral.

Ao acessar este site, alguns dados de seu dispositivo podem ser coletados, bem como cookies, a fim de que possamos fornecer conteúdos personalizados para você. Se desejar saber mais, acesse nossa Política de Privacidade. Para aceitar, clique em ‘Aceito’.